sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Novas Construções

Resolvi colocar todas as construçoes de época.  Erro grasso de principiante, mas em ferro-modelismo sempre dá para corrigir.  Ainda bem....



Com vários moldes de silicone construidos, tenho uma variedade de peças para montar diversas construções. Tudo modular.




Abrindo os vãos de janelas

A frezadora é uma máquina muito útil nestas horas

As várias peças do Solar....
Verificando a montagem, e iniciando o estudo para o telhado

Outra casa, já muito menor, de camponeses...
 
Comparativo de dimensões

Foi ficando assim:

Denominei "SOLAR DO CONDE DO PINHAL"

A história do conde de Pinhal pode ser vista aqui:
http://www.casadopinhal.com.br/historia.htm




Casa já construida. Separei a maquete em quarteirões, e estes em terrenos, que posso ir trocando de local. Tudo modular. 

sábado, 5 de janeiro de 2013

Exemplos de aplicação de peças moldadas

Após longo tempo fora do bobby, retomo as postagens,  dando continuidade ao último post.  Tendo um molde de uma peça, podemos fazer várias peças, moldando com a resina de sua preferencia.  Eu gosto de utilizar PUR maciço. Assim, moldei 10 peças, no molde mostrado na última postagem, e com a ajuda da frezadora, pude abrir várias portas, e assim, estou reformando a transportadora, fazendo um modelo mais adequado à época dos trens.  Está ficando assim;
Estou fazendo vários outros moldes, a medida que forem ficando prontos, irei postando.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Fazendo um molde de silicone

Vou mostrar o passo-a-passo de se construir um molde de silicone, para reproduzir peças, a partir do modelo original. Este será um molde unifacial, que permite reproduzir somente peças planas.

Material necessário:
Resina de silicone, encontrada em lojas de artesanato.
Catalizador da resina.
Superfície plana (recomendo uma placa de polietileno, encontrada em lojas de plásticos industriais)
Becker ( ou copos plásticos descartáveis)
Espátula
Balança de precisão
Plastilina




Preparando o molde: uma junta de tubo de PVC, a peça modelo, tudo apioado sobre uma placa de Polietileno. Tudo pode ser fixado usando plastilina (massinha de modelar).
Passar vasilina líquida ou em pasta sobre a superfície plana, e sobre a peça modelo, para poder destacar do silicone depois de curado.


Pesando o copo: 4,5g


Vamos preparar uma certa quantidade de silicone: vazar a resina pura no copo:


Pesando agora a quantidade de resina: 272,4g ( o peso do copo está somado).


tudo pesado, com as proporções mantidas, o catalisador deve ser adicionado na proporção de 4%. A planilha já leva em consideração o peso do copo:


resultado final, 283,1g de mistura final, copo, resina e catalizador.


Agora é necessário homogeinizar muito bem o catalizador a resina. O ideal é fazer em pequenas quantidades, de até 100g por vez:


Vazar a mistura bem homogeneizada na fôrma:


Agora basta aguardar 24 hs, para a cura completa do molde:


E 24 hs depois, o molde está pronto:


Aqui temos a peça modêlo e uma cópia, produzida em PUR rígido. Notar como o molde de silicone copia fielmente todos os detalhes:

sábado, 27 de agosto de 2011

Passo a passo da construção de uma edificação



Sempre digo que o ferromodelismo contribui para muitas coisas na vida de um ferromodelista.
Além de um passa-tempo calmo e desestressante, tem muitos outros desdobramentos: conta e preserva a história de ferrovias, estações ferroviárias, trens e "causos".
Agora, diante da necessidade de projetar um galpão novo para a empresa onde trabalho, vou aproveitar para modelar este galpão, na escala HO, e talvez, incorporá-lo na minha maquete. Se couber....

O galpão é como o mostrado no catálogo do fabricante:


Vou utilizar os pefis "I" daPlastruct. Eles representarão as vigas e montantes de concreto pré-fabricado:


Com poucos perfis de alumínio ( "L" 3/4" x 1/8" abas iguais) e os práticos grampos termoplásticos, é fácil montar um gabarito de corte para os perfis:


As peças cortadas, devem sofrer um chanfro de 15 graus em uma das pontas. Resolvi fazer na lixadeira, e assim, prendi um perfil "L" na morsa, que por sua vez foi presa à base da lixadeira, no ângulo necessário. Assim, todos os chanfros sairão com o mesmo ângulo:


O resultado ai está: as peças todas cortadas de um mesmo tamanho. Os dispositivos demoram um pouco para serem montados, mas facilita em muito as tarefas repetitivas:


Agora, que as peças estão todas cortadas, de maneira uniforme, deveremos uni-las. Para tal, será necessário construir um dispositivo auxiliar, um gabarito de colagem, para garantir que todos os conjuntos sejam colados da mesma maneira:


Assim temos o gabarito de colagem das partes do pórtico. Deste modo, todos os conjuntos resultarão iguais, após a secagem da cola.


O gabarito de colagem e as peças devidamente encaixadas e curando:


Pronto: assim temos a fábrica de pórticos para a maquete:


Proximamente publicarei a montagem do galpão. Aguarde, só trabalho alguns sábados, então demora um pouco.....
Mas se você tem alguma sugestão, achou complicado, ou não entendeu algo, comente logo abaixo!



quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A relação entre ferromodelismo e preservação ferroviária


Em visita ao encontro de ferromodelismo de Mogi das Cruzes, patrocinado pela ANPF, fiquei muito impressionado com o que vi. Relato abaixo:


A estação de Cachoeira Paulista, hoje, em seu estado de total abandono, foi reproduzida por um ferromodelista da cidade, que mostrou profundo conhecimento da história desta estação.









Além da etação de Cachoeira Paulista, ele também reproduziu a antiga estação de Mogi das Cruzes:


A estação de Guararema , hoje recuperada:


Jundiapeba, estação na qual devo ter entrado inúmeras vezes, no colo de meus pais..... Lembro-me que eles foram morar em Jundiapeba, assim que chegaram da Itália, e que minha mãe reclamava que o único elo de lligação com a Capital era o trem. Creio que em 1955 ela tinha razão!


Sabaúna, onde se encontra a regional Mogi da ANPF


O criador e sua obra: Antonio Castrezana

O trabalho do Antonio é um grande exemplo da contribuição que o ferromodelismo presta à preservação ferroviária: a construção das réplicas das estações e sua colocação em maquetes, preserva a história destas estações, em sua maioria construções abandonadas ao descaso.
E muito interessante, como em um blog despretensioso como este, tanta história pode ser reunida, através dos links.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Mini-Fresadora

Sempre tive grande dificuldade em abrir vãos para janelas, portas e encaixes, em minhas peças para a maquete.

Solicitei ajuda aos colegas de ferromodelismo, mas não encontrei milagres.

Então apelei:

A mais nova aquisição:



Uma mini fresadora, alemã ( só podia ser...) que aceita ferramentas até 3,2 mm de diâmetro, e com velocidade de até 20.000 rpm.


Então comecei a brincar de conhecer a máquina. Descobri que meus velhos problemas acabaram.
Apareceram novos!


Mas como meu pai sempre dizia, para cada trabalho existe a ferramenta e a técnica adequados.


Será que dá para abrir janelas? Vamos a um primeiro teste:


Muito mais fácil, basta conhecer melhor a máquina e ir pegando prática.

Agora só falta, aprender a ser ferramenteiro, falar mal de patrão, perder um dedo, falar cuspindo, e quem sabe, virar presidente....

A PRIMEIRA TENTATIVA:
Preparar a matriz dos torreões laterais:




Agora, já frezando um "detalhe" da parede: