segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Brincadeiras de mau gosto....

Já comentei em "post" anterior, que todo ferromodelista também é um aficcionado pela fotografia. E um bom fotógrafo deve conhecer bem o Photoshop. Lembro-me que em uma Playboy, o técnico corrigiu tanto a foto que retirou o umbigo da modêlo.

Com uma miniatura da del Prado e uma foto de época, dá para brincar...


Esta é a idéia:

OK, não sou bom nem de Photoshop, nem de fotografia.

Mas valeu a bricadeira

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Experiências em trens na Europa

Em recente viagem (a trabalho) pela Alemanha, pude conferir a eficiência de transporte por trens alemães.
Trens urbanos: limpos e pontuais




Na estação central de Dusseldorf, vários trens de alta velocidade alinhados, aguardando o horário de partida:









Trucks com amortecedores:


No interior da 1a. Classe, conforto maior que em um avião!


O " maquinista " e seu brinquedo. Reparem no JoyStick!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Palácio das Indústrias - Por que ir ?

O Palácio das Industrias foi construido em estilo eclético, que é uma mistura de várias tendências arquitetônicas, vigente até a década de 20, oriundo da Itália. Foi projetado pelo escritório de Ramos de Azevedo ( o mesmo que projetou o Mercado Municipal ), pelo arquiteto de origem italiana, Domiziano Rossi, que participou também no projeto do Teatro Municipal.


Planejado para ser um espaço de exposições, situado no coração de São Paulo, abriga hoje em seu interior o Museu Catavento, dedicado a tecnologia e ciências. Volta assim a sua finalidade inicial. Além de uma visita a detalhes arquitetônicos únicos, tem-se a oportunidade de ver máquinas de todas as épocas.


O material que estava em exposição no Museu da Tecnologia, à beira da marginal Pinheiros, próximo à Politécnica, e que ninguém ia visitar, agora está exposto no pátio do Palácio das Industrias:


E para os fans de trens : uma locomotiva da fase elétrica, tipo BOX, que está sendo reformada:




Uma Locomotiva a vapor, de fabricação alemã, para tração de altas cargas. Foi apelidada de "Jibóia", pois tracionava trens mais compridos que o normal





Uma "vaporosa" manobreira, de fabricação inglesa


Uma das cúpulas mais vistas da cidade de São Paulo:

Fontes que criam uma atmosfera muito agradável

Obras de arte comparáveis as que vemos na França, na Itália ou na Alemanha:


A cúpula interna, que foi pintada com cores fortes

Visite a exposição externa e o museu. Entrada a R$ 6,00 e estacionamento a partir de R$ 6,00

domingo, 19 de setembro de 2010

Primeira Experiência com "STATIC GRASS "

Ferromodelismo é evoluir, baseando-se na experiência dos colegas mais experientes. É por isto que criei este Blog. Espero que algum dia alguém venha se basear nos meus relatos, e criar algo além, mais evoluido.
Então cabe aqui, relatar minha primeira experência com a grama estática, que não foi nada animadora....
Então para que os próximos não caiam nos mesmos erros, façam o que digo, mas não façam o que eu faço......
Tentei utilizar a grama estática nacional, adquirida da Flock Color (Guarulhos, SP )



Este produto já vem todo "engrumado ", avisando que a experiência não vai ser fácil não...
Após um peneiramento prévio da matéria prima original, obtém-se:


Devo confessar que não tive experiência prévia com material importado, mas acredito que toda vez que se trabalha com "estática" , os problemas devam ser semelhantes. Preparei duas composições de cola, para o substrato:


A primeira composição, foi a tradicional com cola PVA dissolvida a 50% com água, e o resultado logo após a aplicação está mostrado acima.


Na dissolução acima indicada, apliquei um pouco de NaCl ( sal de cozinha) para aumentar a condutividade elétrica da camada. Na aplicação o resultado foi melhor, com fibras mais densas e mais eretas.

Mas após a secagem, e passando um pincel sobre as fibras eletrostaticamente depositadas, concluimos que :
1 - A camada com adesivo e o sal de cozinha aplica uma camada mais real, com altura e densidade maior das fibras.
2 - A camada que utilizamos sem o sal, é menos densa.
3 - O sal de cozinha melhora a aplicação da grama, mas compromete a secagem da cola, fazendo com que ela não seque após três horas da aplicação.

Então, de volta à prancheta. Testarei novas formulações, que reportarei aqui no futuro.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Criando cenas

Os detalhes de uma maquete: quanto mais rica em detalhes, mais real, e mais tempo de admiração ela exige. Deste modo, cada construção exige seu cuidado, e cada uma delas se transforma em um pequeno diorama, copiando uma cena na vida real. Comecei com a igreja:


Note-se como a presença de personagens é importante para a cena. A mesma igraja, sem os personagens do casamento, fica desinteressante:




O resultado é ótimo, mas a montagem dos canteiros das tulipas, desafia a visão de qualquer um. Muita paciência, e boa visão:





Kit de tulipas, da Busch, comprado na Lupatelli.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

XIV Encontro de S. Carlos

Evento de grande sucesso entre ferromodelistas, mais uma vez reúne amigos, fãs de trens e de ferromodelismo, em S. Carlos, na antiga estação. Maquetes de S. Carlos, Araraquara e Bebedouro, cidades com fortes grupos de ferromodelismo:


A presença de vários ferromodelistas, concorrendo com seus modelos únicos:


O encontro já pode ser considerado o maior evento do ramo, e reúne ferromodelistas de todo o Brasil. E vagões inéditos:


Em visita a cidade de S. Carlos, podemos conhecer muito da história de S. Paulo. Prédios e fatos históricos, personagens, são encontrados nesta cidade com muita facilidade. Por exemplo:
Estação Monjolinho, acesso fácil, seguindo apenas as placas da Fazenda Sta Maria.


A Fazenda Sta Maria, sua casa sede, em cujas terras se encontra a estação Monjolinho


A cidade de S. Carlos tem inúmeros palacetes e obras históricas, como abaixo:

Estátua do Conde do Pinhal, fundador de S. Carlos, em frente ao seu palacete na cidade.

Do outro lado da praça, o palacete de seu irmão:

São Carlos, cidade de famílias importantes, no seu desenvolvimento: os Arruda Botelho e mais recentemente os Pereira Lopes, entre várias outras, faz com que além do evento de ferromodelismo, a visita seja muito agradável, cultural e compensadora.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Trens e Fotos

Todo amante de ferrovias ou de ferromodelismo, seria tetraplégico se não tivesse em mãos a sua companheira, a máquina fotográfica.
Mostro a seguir, como foi minha evolução neste outro hobby, a fotografia, através das máquinas que possui.



A minha primeira jóia. Fabricada em 1954, esta Yashica tinha fotômetro, controles de abertura e tempo de exposição. E uma régua de cálculo, onde se combinavam estes três parâmetros, para conseguir uma boa foto. Tempo de abertura ia aos incríveis 1/200 de segundo. Realmente uma escola de fotografia. Guardo-a com muito carinho.


Uma clássica, a PRAKTICA, construída na antiga Alemanha Oriental, recursos básicos, que evoluem a medida em que se adquirem outras objetivas e acessórios. Por muitos anos, fotografei viagens, produtos e pessoas com esta máquina.


Entrando na era digital, com uma Nikon Coolpix, máquina honesta entre as compactas, bom zoom de 3x, e uma eletrônica que não consumia muita energia. O manual já tem bom volume de páginas. Isto é assustador!


Uma digital Canon, IS 5, com um poderosissimo zoom, e consequente estabilização de imagem. Grande máquina...... Só tinha que enfrentar um manual muito mal escrito, ainda por cima em espanhol.. Uma excelente "pantalla de LCD".


Finalmente uma DSLR, a Alpha A 330. Agora só falta aprender a explorar os seus recursos.
Acompanhem no blog as próximas postagens, e examinem as fotos. Apenas aguardem 6 meses, que é o prazo que avalio necessário para ler os manuais. Muitos, e com muitas páginas. Pelo menos vem em inglês.
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Abaixo, uma foto com zoom, das três últimas câmeras acima: